quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Origem da Terra
Assim como os demais planetas do Sistema Solar, a Terra foi provavelmente originada através de uma forma gravitacional que condensou diversos materiais preexistentes no espaço. Tais materiais foram constituídos de partículas como poeira cósmica e gás. Muitos elementos químicos formados entraram nesta composição, sendo que os elementos mais densos tenderam a permanecer no centro deste redemoinho gravitacional. Por outro lado, os elementos menos densos, os gases, permaneceram na superfície deste redemoinho. As temperaturas do núcleo do redemoinho permaneceram bastante elevadas e baixavam gradualmente nas regiões que se aproximavam da superfície. Ainda hoje, os resquícios destas origens podem ser observados: o núcleo da Terra é constituído de materiais como o níquel e o ferro, em estado ngneo. Com o movimento de rotação da Terra, tais materiais estão em constante movimento, gerando um campo magnético através do fenômeno da indução magnética. A atmosfera, por sua vez, é formada em parte dos gases que permaneceram ao redor do redemoinho gravitacional que originou o planeta. Porém, na atmosfera original da Terra, havia grande quantidade de gases tóxicos, que foram substituídos gradualmente por grandes porções de oxigênio gerado a partir da proliferando dos primeiros seres fotossintéticos. Na crosta terrestre houve a solidificação de minerais através do resfriamento natural das regiões afastadas do núcleo, juntamente com a permanência de materiais mais leves. Ferro e níquel em estado sólido também são encontrados em regiões próximas da superfície. A idade da Terra é calculada a partir da idade das rochas mais antigas que foram encontradas na superfície terrestre. O processo de calculo da idade das rochas é realizado através de medições radioelétricas. Através dos dados colhidos nestas pesquisas, remonta-se a origem de nosso planeta em torno de 4,6 bilhões de anos.
Surgimento da Atmosfera
As nuvens de gases produzidas pelos vulcões da jovem Terra e pelo aquecimento das rochas puderam então se acumular progressivamente ao redor do planeta formando uma grossa camada. Essa camada foi nossa atmosfera (do grego atmós = gás e sphaira = esfera) primitiva, diferente da atual; por exemplo, não havia oxigênio.
Surgimento da Crosta Terrestre
Passados milhões de anos, com o esfriamento da superfície solidificou – se parte do magma formando uma fina camada. Por baixo dessa camada permanecia grande quantidade de material incandescente.
Aos poucos, a enorme pressão do magma mais interno forçava a camada mais superficial a quebrar – se em pedaços ou placas. Nos encaixes entre as placas havia falhas e aberturas,os vulcões, de onde jorravam nuvens de gases e rios de lava,nome dado ao magma que saia por essas aberturas e chegava a superfície. A lava depositava – se na superfície terrestre em meio a grossas nuvens de poeira e de gases, como vapor de água e o gás carbônico. Assim que saia de dentro da terra, a lava começava a se esfriar, e aos poucos foi se transformando em grossas camadas de rocha, que aumentavam gradualmente a espessura da crosta terrestre.
Surgimento da Hidrosfera
O vapor de água que saia da lava se condensava formando nuvens cada vez maiores que foram se a cumulando nessa atmosfera primitiva do planeta. Provavelmente, raios e relâmpagos gigantescos rasgavam constantemente o céu. Desabavam chuvas e, aos poucos, a superfície terrestre ia se esfriando.
A crosta terrestre, que iniciava sua formação, apresenta regiões mais altas, que depois deram origem aos oceanos e mares. No final dessas chuvas,as depressões da crosta terrestre estavam cobertas de água.Eram os primeiros oceanos,mares,lagos...da Terra.Assim deve ter se formado a hidrosfera ( do grego hydro = água,”é o conjunto das águas existentes na Terra”).A historia da formação da Terra não é tão simples e ainda continua.A descrição que você leu deve ter durado cerca de um bilhão de anos.
Surgimento da Biosfera
Acredita - se que há 3,6 bilhões de anos, naqueles oceanos primitivos devem ter surgido às primeiras formas de vida que deram origem à grande diversidade que existe hoje. A superfície da Terra habitada por seres vivos, em partes da hidrosfera, costa terrestre e atmosfera é a biosfera (bios = vida).
Os seres vivos da biosfera dependem do solo, a onça alimenta - se da carne de animais que caça como capivaras e ratos. Os coelhos consomem planta.Os ratos podem sobreviver comendo plantas ou outros animais que se alimentam de plantas.As plantas dependem do solo, da água e do ar para se desenvolver.Algumas por sua vez, só se desenvolvem se estiverem plantadas em terra fértil.Para ser fértil, a terra precisa ser rica em minerais e adubo.
Os animais não precisam só de alimento. Precisam igualmente de ar e de água.Ar puro, água limpa, temperatura adequada e seres vivos de todos os tipos são fios que se entrelaçam para formar a teia da vida. Quando um dos fios dessa teia sofre algum dano ou se rompe totalmente, as conseqüências podem ser muito sérias para a “saúde” do nosso planeta.
Surgimento da Atmosfera
As nuvens de gases produzidas pelos vulcões da jovem Terra e pelo aquecimento das rochas puderam então se acumular progressivamente ao redor do planeta formando uma grossa camada. Essa camada foi nossa atmosfera (do grego atmós = gás e sphaira = esfera) primitiva, diferente da atual; por exemplo, não havia oxigênio.
Surgimento da Crosta Terrestre
Passados milhões de anos, com o esfriamento da superfície solidificou – se parte do magma formando uma fina camada. Por baixo dessa camada permanecia grande quantidade de material incandescente.
Aos poucos, a enorme pressão do magma mais interno forçava a camada mais superficial a quebrar – se em pedaços ou placas. Nos encaixes entre as placas havia falhas e aberturas,os vulcões, de onde jorravam nuvens de gases e rios de lava,nome dado ao magma que saia por essas aberturas e chegava a superfície. A lava depositava – se na superfície terrestre em meio a grossas nuvens de poeira e de gases, como vapor de água e o gás carbônico. Assim que saia de dentro da terra, a lava começava a se esfriar, e aos poucos foi se transformando em grossas camadas de rocha, que aumentavam gradualmente a espessura da crosta terrestre.
Surgimento da Hidrosfera
O vapor de água que saia da lava se condensava formando nuvens cada vez maiores que foram se a cumulando nessa atmosfera primitiva do planeta. Provavelmente, raios e relâmpagos gigantescos rasgavam constantemente o céu. Desabavam chuvas e, aos poucos, a superfície terrestre ia se esfriando.
A crosta terrestre, que iniciava sua formação, apresenta regiões mais altas, que depois deram origem aos oceanos e mares. No final dessas chuvas,as depressões da crosta terrestre estavam cobertas de água.Eram os primeiros oceanos,mares,lagos...da Terra.Assim deve ter se formado a hidrosfera ( do grego hydro = água,”é o conjunto das águas existentes na Terra”).A historia da formação da Terra não é tão simples e ainda continua.A descrição que você leu deve ter durado cerca de um bilhão de anos.
Surgimento da Biosfera
Acredita - se que há 3,6 bilhões de anos, naqueles oceanos primitivos devem ter surgido às primeiras formas de vida que deram origem à grande diversidade que existe hoje. A superfície da Terra habitada por seres vivos, em partes da hidrosfera, costa terrestre e atmosfera é a biosfera (bios = vida).
Os seres vivos da biosfera dependem do solo, a onça alimenta - se da carne de animais que caça como capivaras e ratos. Os coelhos consomem planta.Os ratos podem sobreviver comendo plantas ou outros animais que se alimentam de plantas.As plantas dependem do solo, da água e do ar para se desenvolver.Algumas por sua vez, só se desenvolvem se estiverem plantadas em terra fértil.Para ser fértil, a terra precisa ser rica em minerais e adubo.
Os animais não precisam só de alimento. Precisam igualmente de ar e de água.Ar puro, água limpa, temperatura adequada e seres vivos de todos os tipos são fios que se entrelaçam para formar a teia da vida. Quando um dos fios dessa teia sofre algum dano ou se rompe totalmente, as conseqüências podem ser muito sérias para a “saúde” do nosso planeta.
Cadeia alimentar
A cadeia alimentar é a maneira de expressar as relações de alimentação entre os organismos de uma comunidade, iniciando-se nos produtores e passando pelos herbívoros, predadores e decompositores, por esta ordem. Ao longo da cadeia alimentar há uma transferência de energia e de nutrientes, sempre no sentido dos produtores para os decompositores. No entanto, a transferência de nutrientes fecha-se com o retorno dos nutrientes aos produtores, possibilitado pelos decompositores que transformam a matéria orgânica em compostos mais simples, pelo que falamos de um ciclo de transferência de nutrientes. A energia, por outro lado, é utilizada por todos os seres que se inserem na cadeia alimentar para sustentar as suas funções, não sendo reaproveitável. Esse processo é conhecido como fluxo de energia.A posição que cada um ocupa na cadeia alimentar é um nível hierárquico que os classifica entre produtores (como as plantas), consumidores (como os animais) e decompositores (fungos e bactérias). Porque frequentemente cada organismo se alimenta de mais de um tipo de animais ou plantas, as relações alimentares tornam-se mais complexas, dando origem a redes ou teias alimentares, em que as diferentes cadeias alimentares se inter-relacionam.Importância do equilíbrio da cadeia alimentar
A observação da cadeia alimentar leva ao entendimento de toda a seqüência de alimentação dos animais que vivem em determinado ecossistema. Pode-se também examinar o conteúdo estomacal de animais e assim perceber essa seqüência. A importância disto está baseada no uso natural de animais ou plantas que possam controlar ou equilibrar o ecossistema de forma a evitar o uso de pesticidas e quaisquer outras formas artificiais que possam desequilibrar em longo prazo o ambiente, ou ainda, provocar sérias reações nos animais e até os seres humanos que ali habitam. Esta prática é denominada controle biológico.
A observação da cadeia alimentar leva ao entendimento de toda a seqüência de alimentação dos animais que vivem em determinado ecossistema. Pode-se também examinar o conteúdo estomacal de animais e assim perceber essa seqüência. A importância disto está baseada no uso natural de animais ou plantas que possam controlar ou equilibrar o ecossistema de forma a evitar o uso de pesticidas e quaisquer outras formas artificiais que possam desequilibrar em longo prazo o ambiente, ou ainda, provocar sérias reações nos animais e até os seres humanos que ali habitam. Esta prática é denominada controle biológico.
Teia alimentar

Teia ou rede alimentar é um conjunto de cadeias alimentares interconectadas, geralmente representado como um diagrama das relações entre os diversos organismos de um ecossistema. As teias alimentares, em comparação com as cadeias, apresentam situações mais perto da realidade, onde cada organismo se alimenta em vários níveis hierárquicos diferentes e produz uma complexa teia de interações alimentares. Todas as cadeias alimentares começam com um único organismo produtor, mas uma teia alimentar pode ter vários produtores. A complexidade de teias alimentares limita o número de níveis hierárquicos, assim como na cadeia. É dividido em Níveis tróficos e também Produtor e consumidores.
Solo
Conceito
Solo é a camada que recobre as rochas, sendo constituído de proporções e tipos variáveis de minerais (formados por intemperismo da rocha subjacente, a rocha-mãe) e de húmus. Também se refere, de modo mais restrito (especialmente na agricultura), à camada onde é possível desenvolver-se a vida vegetal. O nome técnico para o solo, em geologia, é manto de intemperismo, e ele se localiza logo acima da litosfera.
Formação do solo
O processo de formação de solos é chamado de intemperismo, ou seja, fenômenos físicos, químicos e biológicos que agem sobre a rocha e conduzem à formação de partículas não consolidadas. Eles são: Intemperismo físico e Intemperismo químico.
Tipos de solo
Arenoso: Os solos arenosos têm boa aeração, plantas e microorganismos morrem com mais facilidade, pois tem pouca humidade. Também possui argila e outros compostos em menor percentagem. Mas como tem boa aeração não retém água. Esse solo é permeável, Também é conhecido com neossolo.
Argiloso: Não são tão arejados, mas armazenam mais água. São menos permeáveis, a água passando mais lentamente ficando então armazenada. Alguns solos brasileiros mesmo tendo muita argila, apresentam grande permeabilidade. Sua composição é de boa quantidade de óxidos de alumínio (gibbsita) e de ferro (goethita e hematita). Formam pequenos grãos semelhantes ao pó-de-café, isso lhe dá um similar ao arenoso.
Humífero: Esse solo apresenta uma quantidade maior de húmus em relação aos outros. É um solo geralmente fértil, ou seja, um solo onde os vegetais encontram melhores condições para se desenvolverem. Possui cerca de 10% de humo em relação ao total de partículas sólidas. A presença de humo dá uma coloração, em geral, escura, contribui para sua capacidade de reter água e sais minerais e aumenta sua porosidade e aeração.
Calcário: A quantidade de calcário nesse tipo de solo é maior que em outros solos. Desse tipo de solo é retirado um pó branco ou amarelado, que pode ser utilizado na fertilização dos solos destinados à agricultura e à pecuária.Esse solo também fornece a matéria-prima (substância principal com que é fabricada) para a fabricação de cal e do cimento, que são utilizados na construção de edifícios, casa, muros, calçadas e pontes.
Solo e Agricultura:
O solo é a camada que recobre as rochas, sendo constituído de proporções e tipos variáveis de minerais. As condições do solo são muito importantes para a agricultura. Solos férteis têm grande quantidade de minerais e matéria orgânica. É o solo que fornece nutrientes para o desenvolvimento das plantas. Existem solos de menor fertilidade, pois têm poucos nutrientes. Existem também solos estéreis, como o dos desertos, onde não é possível plantar sem adubação e irrigação.
EROSÃO: causas
Muitas ações devidas ao homem apressam o processo de erosão, como por exemplo:
• o desmatamento (desflorestação) desprotege o solo da chuva.
• a construção de favelas em encostas que, além de desflorestar, provocam a erosão acelerada devido ao declive do terreno.
• as técnicas agrícolas inadequadas, quando se promovem desflorestações extensivas para dar lugar a áreas plantadas.
• a ocupação do solo, impedindo grandes áreas de terrenos de cumprirem o seu papel de absorvedor de águas e aumentando, com isso, a potencialidade do transporte de materiais, devido ao escoamento superficial.
Tipos:
EROSÃO EÓLICA: É a erosão causada pelo vento.
EROSÃO PLUVIAL: É a erosão causada pela água da chuva.
EROSÃO FLUVIAL: É a erosão causada pela água dos rios.
EROSÃO MARÍTIMA: É a erosão causada pela água do mar.
EROSÃO GLACIAL: É a erosão causada pelo gelo.
Medidas de Prevenção:
Para prevenirmos as erosões, não devemos desmatar a natureza e nem tirar a vegetação, pois ela tem um papel muito importante: a vegetação diminui o impacto das gotas de chuvas, fazendo com que as gotas infiltrem no solo formando os lençóis freáticos que abastecem os rios. Não tendo a vegetação, as gotas da chuva não penetram no solo para formar os lençóis freáticos. E também a chuva vai cavando buracos e os seus sedimentos são arrastados para dentro dos rios fazendo com que eles sequem.Não devemos construir casas nas margens dos rios pois essas provocam a erosão acelerada devido ao declive do terreno.
Solo é a camada que recobre as rochas, sendo constituído de proporções e tipos variáveis de minerais (formados por intemperismo da rocha subjacente, a rocha-mãe) e de húmus. Também se refere, de modo mais restrito (especialmente na agricultura), à camada onde é possível desenvolver-se a vida vegetal. O nome técnico para o solo, em geologia, é manto de intemperismo, e ele se localiza logo acima da litosfera.
Formação do solo
O processo de formação de solos é chamado de intemperismo, ou seja, fenômenos físicos, químicos e biológicos que agem sobre a rocha e conduzem à formação de partículas não consolidadas. Eles são: Intemperismo físico e Intemperismo químico.
Tipos de solo
Arenoso: Os solos arenosos têm boa aeração, plantas e microorganismos morrem com mais facilidade, pois tem pouca humidade. Também possui argila e outros compostos em menor percentagem. Mas como tem boa aeração não retém água. Esse solo é permeável, Também é conhecido com neossolo.
Argiloso: Não são tão arejados, mas armazenam mais água. São menos permeáveis, a água passando mais lentamente ficando então armazenada. Alguns solos brasileiros mesmo tendo muita argila, apresentam grande permeabilidade. Sua composição é de boa quantidade de óxidos de alumínio (gibbsita) e de ferro (goethita e hematita). Formam pequenos grãos semelhantes ao pó-de-café, isso lhe dá um similar ao arenoso.
Humífero: Esse solo apresenta uma quantidade maior de húmus em relação aos outros. É um solo geralmente fértil, ou seja, um solo onde os vegetais encontram melhores condições para se desenvolverem. Possui cerca de 10% de humo em relação ao total de partículas sólidas. A presença de humo dá uma coloração, em geral, escura, contribui para sua capacidade de reter água e sais minerais e aumenta sua porosidade e aeração.
Calcário: A quantidade de calcário nesse tipo de solo é maior que em outros solos. Desse tipo de solo é retirado um pó branco ou amarelado, que pode ser utilizado na fertilização dos solos destinados à agricultura e à pecuária.Esse solo também fornece a matéria-prima (substância principal com que é fabricada) para a fabricação de cal e do cimento, que são utilizados na construção de edifícios, casa, muros, calçadas e pontes.
Solo e Agricultura:
O solo é a camada que recobre as rochas, sendo constituído de proporções e tipos variáveis de minerais. As condições do solo são muito importantes para a agricultura. Solos férteis têm grande quantidade de minerais e matéria orgânica. É o solo que fornece nutrientes para o desenvolvimento das plantas. Existem solos de menor fertilidade, pois têm poucos nutrientes. Existem também solos estéreis, como o dos desertos, onde não é possível plantar sem adubação e irrigação.
EROSÃO: causas
Muitas ações devidas ao homem apressam o processo de erosão, como por exemplo:
• o desmatamento (desflorestação) desprotege o solo da chuva.
• a construção de favelas em encostas que, além de desflorestar, provocam a erosão acelerada devido ao declive do terreno.
• as técnicas agrícolas inadequadas, quando se promovem desflorestações extensivas para dar lugar a áreas plantadas.
• a ocupação do solo, impedindo grandes áreas de terrenos de cumprirem o seu papel de absorvedor de águas e aumentando, com isso, a potencialidade do transporte de materiais, devido ao escoamento superficial.
Tipos:
EROSÃO EÓLICA: É a erosão causada pelo vento.
EROSÃO PLUVIAL: É a erosão causada pela água da chuva.
EROSÃO FLUVIAL: É a erosão causada pela água dos rios.
EROSÃO MARÍTIMA: É a erosão causada pela água do mar.
EROSÃO GLACIAL: É a erosão causada pelo gelo.
Medidas de Prevenção:
Para prevenirmos as erosões, não devemos desmatar a natureza e nem tirar a vegetação, pois ela tem um papel muito importante: a vegetação diminui o impacto das gotas de chuvas, fazendo com que as gotas infiltrem no solo formando os lençóis freáticos que abastecem os rios. Não tendo a vegetação, as gotas da chuva não penetram no solo para formar os lençóis freáticos. E também a chuva vai cavando buracos e os seus sedimentos são arrastados para dentro dos rios fazendo com que eles sequem.Não devemos construir casas nas margens dos rios pois essas provocam a erosão acelerada devido ao declive do terreno.
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